Chegou o Dia dos Pais… e agora?

As famílias mudaram, as relações se transformaram e novas dinâmicas de convivência e criação dos filhos entraram em cena. Mas, apesar dos novos olhares para a vida em família, todos têm um pai. Seja presente, ausente, falecido, desconhecido, por vezes, amado ou não. Não há como negar a existência de um genitor, mesmo que ele nunca tenha, de fato, exercido seu papel de pai.
Bom para as crianças que convivem com o pai e têm essa presença em sua educação, em sua vida. Mas, e para aqueles que, por inúmeros motivos, não têm essa referência em sua criação? A proximidade do Dia dos Pais traz esse questionamento e, para muitas crianças, uma inquietação: porque meu pai não vai na festa da escola?
Por mais difícil que pareça esse questionamento, o indicado é lidar com o tema de forma mais natural possível. As crianças são indivíduos, tanto quanto nós, adultos, e devem saber a verdade. Na linguagem que entendam, na medida que não as agrida. Mas, sempre, a verdade.
Não é possível substituir a figura do pai, especialmente de um pai ausente. Seja numa festinha em homenagem aos papais na escola ou no dia a dia da criação das crianças. Mas é possível, sim, que essa criança tenha uma referência masculina, presente e que lhe dê amor, amparo e exemplos necessários para seu desenvolvimento.
Avó, tio, irmão, padrinho, amigo da mãe. Não importa quem seja essa figura masculina, desde que seja presente. Mas, e na festa dos Dia dos Pais na escola, quem vai representar o pai do meu filho? Não dá pra substituir essa presença num evento assim, mas é possível explicar para a criança que o mais importante é contar com a figura masculina em questão, todos os dias da vida da criança, e não apenas na data especial.
Sim, as crianças entendem e superam, desde que haja muito amor no outro lado desta balança. Afinal, é apenas uma data.
De qualquer forma, nesse Dia dos Pais precisamos refletir sobre a importância de seu papel na formação de caráter das crianças. Enquanto a mãe ensina os valores morais, o pai ensina a ética e os valores sociais. E eles são fundamentais, sim, tanto para os meninos, quanto para as meninas.

Uma série feita para as mães – Turma do Peito” (The Letdown)

Recentemente a Netflix lançou uma série australiana que tem feito
sucesso entre as mamães: “Turma do Peito” (The Letdown). Os episódios
trazem uma aventura pelo universo das mamães de primeira viagem e o
desafio de viver um dia de cada vez com um um serzinho que chegou ao
mundo sem manual de instruções. A produção tem sido muito elogiada por
mostrar a maternidade de forma real e bem humorada e por isso muitas
mães têm se identificado.

São muitos os dilemas que surgem durante os capítulos no universo
daquelas que se descobrem mães. Como é se sentir você e ao mesmo
tempo, se sentir uma nova pessoa para uma nova pessoa, com novas
responsabilidades? Como lidar com os desafios de ser mãe e pai ao mesmo
tempo? e com a pressão dos julgamentos disfarçados de conselhos? Como é
encarar o mercado de trabalho depois de se tornar mãe? Onde foi parar
toda aquela autoestima? Todos esses temas e outros aparecem na primeira
temporada com episódios de 30 minutos com a protagonista.

Então aproveita que as crianças estão dormindo e assiste um capítulo.

Sete alimentos que aumentam a imunidade das crianças

Para evitar que as crianças adoeçam, uma alimentação saudável ajuda a fortalecer o sistema imunológico, que atua contra vírus e bactérias. Por isso, a Pecompê trouxe uma lista de sete alimentos ricos em vitaminas e nutrientes que contribuem para aumentar a imunidade dos pequenos.

1. Vegetais verdes escuros

Vegetais verdes escuros (brócolis, couve, espinafre), feijão e cogumelo (shimeji) são alguns dos alimentos que apresentam ácido fólico. O nutriente auxilia na formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo.

2 e 3. Azeite e salmão

O ômega-3 presente, por exemplo, no azeite e no salmão, auxilia as artérias a permanecerem longe de inflamações, ajudando a imunidade do corpo.

4. Alho

Tem função imunoprotetora e uma boa dose de selênio e zinco, nutrientes importantes para evitar gripes, resfriados e outras doenças.

5. Cebola

A cebola possui quercitina que potencializa a função imune prevenindo doenças virais e elergicas.

6. Frutas ricas em vitamina C

Frutas cítricas, como laranja, acerola, kiwi, tomate, além de brócolis, couve e pimentão verde e vermelho são ricos em vitamina C, antioxidante que aumenta a resistência do organismo.

7. Gengibre

Rico em vitaminas C, B6 e com ação bactericida, o gengibre vai além de ajudar a tratar inflamações da garganta e auxilia nas defesas do organismo.

Fora da Caixola é o novo projeto da Faber-Castell dedicado à criatividade infantil.

Pensando no desenvolvimento da criatividade das crianças, a Faber-Castell lançou o
primeiro clube de assinaturas para crianças. Com o nome de “Fora da Caixola”, a
ideia do projeto é promover o estímulo à criatividade de crianças com idade de 7 a
10 anos através de um livro com atividades e desafios.

O kit Fora da Caixola é enviado todos os meses para a casa dos assinantes e é
composto por:

– Livro personalizado com os desafios e atividades
– Materiais Faber-Castell para o desenvolvimento criativo
– Itens para prototipação de soluções
– Manual dos desafios com fatos e curiosidades
– Uma “caixola” para os pequenos brincarem e guardarem depois

A assinatura semestral custa R$ 59,90 por mês, com renovação automática, e tem
também a opção mensal, que sai por R$ 69,90. As duas modalidades tem fretes grátis
para todo o Brasil.

Participe desse clube você também e estimule seu filho a ser criativo!

 

 

Combatento o resfriado

O resfriado é uma condição do aparelho respiratório causado por um vírus que geralmente afeta as vias altas. O resfriado é muito comum em meses frios. As crianças costumam se resfriar entres três e oito vezes por ano e a duração de cada resfriado pode ser aproximadamente de uma semana, o que nos leva a pensar que um bebê ou uma criança pode ficar resfriado de três semanas a uns dois meses por ano.

No entanto, ainda que a maioria dos resfriados seja decorrente dos vírus, em algumas ocasiões podem se complicar se alguma bactéria oportunista que aproveitam a queda de imunidade e se produzem quando o organismo está lutando contra o vírus invasor do resfriado. As complicações mais comuns dos resfriados nos bebês são a bronquiolite e a pneumonia, e nas crianças, as bronquites e as pneumonias.

Nada melhor que prevenir para que as crianças se resfriem, e para isso é essencial que algumas regras sejam tomadas, como por exemplo:

1. Beber bastante líquido.

2. Evitar as mudanças bruscas de temperatura.

3. Manter as mãos limpas.

4. Ventilar os espaços fechados.

5. Cuidar da alimentação e introduzir alimentos que contenham vitamina C (como laranjas, goiaba, morango, kiwi, brócolis, entre outros).

6. Manter os pés aquecidos.

7. Conseguir um ambiente úmido. Se for necessário usar um umidificador.

8. Lavar bem os brinquedos.

9. Ensinar a criança a espirrar tapando a boca para evitar contágios.

10. Passar tempo ao ar livre para evitar a concentração de vírus.

No caso de complicação nos sintomas é sempre necessário procurar um pediatra para esclarecer as duvidas.

Como identificar uma infecção no ouvido?

Às vezes é difícil saber, mas, se a criança está resfriada e cerca de três a cinco dias depois fica com febre, pode ser que esteja com otite. Reclamar de dor, mexer na orelha e ficar inquieta demais, diferente de seu estado normal, também são sintomas, assim como:

– Perda de apetite. A dor de ouvido pode fazer com que doa para mastigar, engolir ou mamar
– Mudança no padrão de sono. Quando a criança deita, o ouvido dói mais
– Diarreia ou vômitos. Se o problema for causado por vírus, ele também pode atingir o sistema digestivo, além do ouvido
– Saída de secreção pelo ouvido
– Cheiro ruim no ouvido
– Dificuldade para ouvir sons baixos
– Problemas de equilíbrio

Depois do resfriado, a otite provavelmente é a doença mais diagnosticada em crianças pequenas. E, infelizmente, certas crianças têm mais tendência para a dor de ouvido que outras.
O problema começa nas tubas auditivas, ou trompas de Eustáquio, que ligam o ouvido médio (também chamado de orelha média) ao nariz e à garganta. Bactérias presentes nesses locais acabam indo para as tubas auditivas quando a criança boceja ou engole. Não há problema nenhum nisso, desde que essas trompas estejam funcionando bem, qualquer líquido que entra volta para o lugar de onde saiu. Se a tuba auditiva estiver inchada por causa de um resfriado, de uma alergia ou de infecções nas vias aéreas como a sinusite, o líquido fica preso no ouvido médio, o que cria o ambiente ideal para a proliferação de vírus ou bactérias.

Quando isso acontece, há a formação de pus, que pressiona o tímpano, que por sua vez fica inflamado, é a otite média aguda. A febre aparece porque o corpo da criança começa a combater a infecção. Outro motivo para as crianças serem suscetíveis a infecções de ouvido é o fato de suas tubas auditivas serem curtas e ficarem na horizontal enquanto elas são pequenas. À medida que vão crescendo, a tuba cresce de 1,25 centímetro para 3,8 centímetros, e também assume uma posição mais vertical, reduzindo a propensão a infecções.

O tratamento para otites mais sérias normalmente é feito com antibióticos, o que elimina os microorganismos. O problema é que o líquido pode levar até três meses para ser reabsorvido pelo corpo. A simples presença de líquido não exige atendimento médico, a não ser que venha acompanhada de outros sintomas, como febre.

Importância do cinto de segurança

O cinto de segurança é uma ferramenta muito simples que pode proteger a sua vida e a da sua família. Sua importância não se restringe apenas para acidentes graves, pois, na maioria das vezes, o cinto de segurança diminui as consequências dos acidentes de trânsito mais “leves”.A principal função dessa ferramenta é impedir que o corpo humano se choque contra o volante, os bancos, o para-brisas, ou que seja lançado para fora do carro, caso o veículo sofra algum tipo de acidente. Entretanto, é preciso destacar que não é apenas o motorista que precisa usar o cinto, mas todos os passageiros do carro, e não apenas pelo medo de pagar uma multa, mas sim pela segurança dos passageiros.

Podemos contar também com as chamadas “Bebê-conforto”, que são cadeirinhas adequadas para bebês recém-nascidos com até 9 kg (algumas até 13 kg), mais reclinadas, e que devem ser colocadas de costas para o banco da frente do carro. Muitas vezes esses modelos possuem uma base que fica acoplada ao cinto de segurança, o que facilita a retirada da cadeirinha

Mesmo com todas as campanhas de conscientização, ainda existem muitos incidentes e lesões que poderiam ser evitados se todos os passageiros do veículo estivessem utilizando o cinto de segurança.
As crianças, as gestantes e as pessoas fisicamente debilitadas também devem usar o cinto de segurança, assim como os demais passageiros do carro. Os especialistas em segurança automotiva aconselham os motoristas a tomarem mais cuidado com a segurança dessas pessoas, pois elas estão mais propensas a se machucarem gravemente em casos de acidente, principalmente se não estiverem usando o cinto de segurança.

Outro detalhe importante, que precisa ser mencionado e que poucas pessoas conhecem, é que se os passageiros do banco traseiro não estiverem usando o cinto de segurança, além de colocarem a sua vida em risco, também colocam em perigo a vida dos passageiros do banco dianteiro.

Isso mesmo! Em uma colisão frontal, os passageiros traseiros sem cinto de segurança, provavelmente, vão ser lançados, com a força da batida, para frente do veículo, podendo ferir o motorista e/ou o passageiro do banco dianteiro.É necessário mencionar que as crianças são as primeiras a questionar a utilização do cinto de segurança, mas é importante destacar que os adultos não podem ceder aos pedidos delas.

Os médicos especialistas na área informam que é mais fácil convencer uma criança sobre a importância do cinto quando ela vê os adultos usando essa ferramenta de segurança cotidianamente.Devemos salientar que os passageiros que usam corretamente o cinto de segurança têm um risco menor de se machucar em um acidente de trânsito. E a chance dessa pessoa sobreviver em um acidente grave também é maior.

Por isso, use o cinto de segurança para realizar qualquer trajeto que seja. Segurança dentro do automóvel é fundamental!

Vínculo materno

O vínculo entre a mãe e o bebê é algo muito importante e especial, mas assim como qualquer outra relação, é construído ao longo do tempo. Esta construção começa na gestação e continua durante toda a vida.

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Construindo o vínculo durante a gestação

Durante a gestação, ao contrário do que muitas pessoas pensam, é importante não supervalorizar o vínculo intrauterino. Isto significa não criar expectativas de que, após o nascimento, você irá saber tudo sobre seu bebê porque sentia um vínculo entre os dois durante a gestação. Esta relação durante a gravidez pode ajudar, mas não traz garantias. E é importante entender que a mãe irá conhecer o filho após o nascimento e que ele não será um ser igual a mãe ou ao pai, mas sim uma outra pessoa.

Outro ponto importante durante a gestação e também após o nascimento do bebê é conversar com familiares ou amigos sobre seus sentimentos. Claro que os carinhos na barriga e as conversas com o feto também podem continuar e são interessantes!

A construção do vínculo após o nascimento

Após o nascimento do bebê é importante que a mãe não ache que já deveria conhecê-lo por completo. Hoje em dia o que mais atrapalha a formação do vínculo são as idealizações dessa relação entre mãe e bebê e o fato de que a mulher estranha o que ela pode sentir ao conhecer o bebê pela primeira vez. Nesta fase é importante ter consciência que você irá conhecer seu bebê, descobrir quem ele é, do que gosta, entre outros fatores.

A melhor forma de conhecer seu bebê é por meio dos cuidados do cotidiano, como por exemplo: carregar, limpar, alimentar e colocar para dormir. O convívio permite que a mãe tenha a chance de fortalecer o vínculo com o bebê.

Além disso, nenhuma dessas atividades do dia a dia devem ser feitas de forma mecânica, pois o bebê precisa de afeto e de uma mãe atenta que se divirta com ele, brincando e interagindo. O olhar, o cheiro, o toque, a voz, todos esses sentidos são formas de transmissão desse afeto.

Procure sempre conversar com seu filho. Esta atitude, além de estimular o vínculo entre vocês tornando as coisas mais leves e fáceis, também ajudará o bebê a dizer as primeiras palavras.
Feliz dia das mães!

Hora do Sono

O sono é muito importante no desenvolvimento infantil. Quando bebê, as horas de sono necessárias são maiores e vão diminuindo até chegar na adolescência. Além da quantidade de horas, é preciso que a criança tenha um ambiente adequado, tranquilo, com pouca luz e tenha hora certa para dormir. Os pais devem entender que o sono é uma questão de hábito e devem ensinar com segurança e tranquilidade as rotinas adequadas, mostrando que a hora do descanso é importante. Quando a criança tem uma rotina estabelecida em casa, o desenvolvimento de seu sono será melhor. Crianças e adolescentes que não dormem o suficiente e de forma adequada tendem a ter dificuldade de concentração, costumam ser mais agitadas, impacientes e ansiosas. A qualidade e quantidade correta de sono é determinante para o bom desenvolvimento cognitvo, emocional e comportamental de crianças e adolescentes.

Confira a seguir as hóras de sono necessárias de acordo com a idade:

0-12 meses – 15 a 16 horas de sono

1–3 anos – 12 a 15 horas de sono

3-7 anos – 10 a 11 horas de sono

7-12 anos – 9 a 10 horas de sono

Adolescentes – 8 a 9 horas de sono
Fique ligado nesse e em outros assuntos essenciais em nosso blog.

Doença Mão-Pé-Boca

Ultimamente temos escutado muitos casos de crianças que contraíram a doença mão-pé-boca. Essa doença habita normalmente o sistema digestivo e também podem provocar estomatites (espécie de afta), embora possa ocorrer em adultos, é mais comum em crianças com faixa etária de até 05 anos. As características dessa doença são:

  • Febre alta
  • Aparecimento de manchas vermelhas na boca, amídalas e faringe
  • Pequenas bolas nas palmas das mão e pés ( em alguns casos nádegas e região genitais )

Ainda não existe vacina contra a doença mão-pé-boca porém  ela regride espontaneamente depois de alguns dias. Por isso, o ideal é que o paciente permaneça em repouso, tome bastante líquido e alimente-se bem.

Recomendações:

  • Alimentos pastosos como  purês e mingaus são mais fáceis de engolir; já os alimentos quentes são mais difíceis.
  • Bebidas geladas como sucos naturais, chás e água são indispensáveis para manter a boa hidratação.
  • Crianças devem ficar em casa, em repouso, enquanto durar a infecção.
  • Lembre sempre de lavar as mãos antes e depois de lidar com a criança doente.

Então fiquem atentos e caso persista procure orientação médica.