Quando as crianças podem começar a tomar banho sozinhas?

Algumas crianças amam, outras fogem. Sendo tranquilo ou não um dia o banho precisará ser responsabilidade de seu filho!

O treinamento para começarem a ser independentes começa aos 5 ou 6 anos, para isso é preciso adotar algumas medidas de segurança, como usar piso antiderrapante, não deixar a criança sozinha na banheira por risco de afogamento, ficar atento a produtos que ela pode ingerir, não trancar as portas e se certificar da temperatura da água. Com 7, já é esperado que ela saiba como fazer a própria higiene com autonomia.

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No início sempre fique por perto, explicando como limpar cada parte do corpo para se livrar do suor de um dia de brincadeiras. É preciso repetir inúmeras vezes até que a criança absorva por completo a informação e esteja pronta, mesmo assim pode ser necessário verificar se ela se lavou de maneira correta.

Vale lembrar que eles não aprenderão a tomar banho sozinhos de um dia para outro.Muitas vezes as crianças encaram a hora do banho como uma grande festa e ignoram o mais importante, se lavar! O mesmo costuma acontecer quando a criança odeia banho e quer acabar logo com aquilo. Não precisa se estressar, porque ambas as situações são normais. Explique de diversas maneiras e quantas vezes forem necessárias que a higiene é importante e que deve ser levada a sério por eles.

Boa Sorte!

Como fazer seu filho amar os vegetais.

O sonho de todos os pais é ver o filho comendo um belo prato colorido com muitos vegetais. É possível incluir hortaliças na alimentação infantil sem sofrimento. Para isso, basta um pouco de disciplina para seguir algumas dicas e deixar que as coisas fluam de maneira leve, sem estresse.

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Dê o exemplo

Não adianta você incluir verduras no prato do seu filho enquanto a sua própria refeição não tem nenhum item da horta. Na verdade, toda a família precisa ser saudável.

Leve seu filho às compras

Parece um truque bobo, mas não é. Sempre que puder, faça com que seu pequeno o acompanhe à feira ou ao setor de hortifrutis do supermercado. A criança seletiva geralmente tem receio de tudo que é novo. Levando-a para conhecer os alimentos, ela passa a aceitá-los melhor. Deixe que seu filho toque, cheire, observe as cores.

Mão na massa

Está comprovado que crianças que participam do preparo dos alimentos se interessam mais em prová-los. Ao ajudar na cozinha, a criança sente que tem atenção do adulto e também orgulho de conseguir executar um prato, o que facilita o ato de experimentar. Lavar um legume e montar a salada em uma travessa são boas dicas para esse momento.

A fome é o melhor tempero

Com o estômago roncando, a chance de que apreciem o sabor inusitado é imensa. O inverso também é válido: não ofereça um vegetal desconhecido quando a criança estiver satisfeita. O risco de ela recusar de cara é grande.

Apresentação é tudo

Apresentação é fundamental para a criança. Existem pessoas que colocam tudo no prato e misturam, o que muitas vezes provoca rejeição da criança. Deixe que seu filho se sirva, colocando em cada canto do prato um alimento. Atenção, também, à preferência pessoal dele quanto ao ponto de cozimento dos vegetais. Algumas dão predileção à consistência mais pastosa, enquanto outras crianças gostam de pedaços mais durinhos.

Dê opções

Não restrinja o menu a uma opção de vegetal apenas. Sempre que possível, prepare mais de um legume ou verdura diferente por refeição e deixe seu filho escolher.

Varie o preparo

Nada de apenas cenoura na manteiga e brócolis ao alho e óleo. Varie o modo de preparar e também o tempero. Assim você aumenta as chances de sucesso. Prepare fritadas de vegetais com ovos, panquecas, massas com vegetais, tortas e suflês. Você também pode fazer uma passagem gradual, misturando sabores desconhecidos com outros já bem assimilados. Se o seu filho gosta de milho e você deseja que ele aprenda a comer chuchu, faça um refogado com ambos, meio a meio, e ofereça. Depois de algum tempo, passe a oferecer o chuchu sozinho.

Petiscos ao alcance

Deixe um vasilhame com palitos de cenoura crua, rodelas de pepino e tomates-cereja devidamente lavados na geladeira. Você pode colocá-los em espetinhos. Mostre-os para o seu filho e diga que ele pode pegar e comer com as mãos quando tiver fome. Prepare um molho saudável, à base de iogurte, para mergulhar esses legumes crus. Disponibilize frutas picadas também.

Não use moeda de troca

Quando quiser que seu filho experimente pela primeira vez ou novamente determinado alimento, cuidado com a barganha. Não é legal usar de chantagem, ameaças ou mesmo prometer um prêmio para que ele prove a comida. Não é aconselhável, por exemplo, dizer que, se ele não comer aquilo, ficará sem a sobremesa. Isso reforça a crença de que o vegetal é mesmo ruim, e a sobremesa é boa. Outra dica: não force a criança a comer. Ela pode ficar tão traumatizada que nunca mais irá querer experimentar aquilo. Mais vale um incentivo verbal positivo e o seu próprio exemplo.

Brinque de comer

Atividades lúdicas relacionadas à comida podem ser uma mão na roda para os pais de crianças muito resistentes a experimentar. Nas lojas de brinquedos, existem à venda pimentões, tomates, espigas de milho, beringelas e outros itens de plástico. São brinquedos bastante coloridos e atraentes que podem fazer parte de uma brincadeira em família e despertar o interesse pelos vegetais. Outra ideia é procurar nas livrarias livros com ilustrações de hortaliças ou que contem histórias relacionadas à alimentação.

Que tal colocar em pratica nossas dicas?

Diga adeus ao sofá

Apesar das dificuldades que alguns pais encontram para tirar as crianças de dentro de casa, é fundamental que elas brinquem ao ar livre. A atividade física e o contato com a natureza é importante para evitar obesidade e incentivar o desenvolvimento psicológico e mental da criança.

Aproveitem os finais de semana para levar as crianças em locais diferentes onde elas possam correr e brincar, por exemplo nos jardins das casas e das escolas, nos playgrounds, nos prédios e condomínios, além das praças, parques, praias, clubes e outros espaços públicos. Esses espaços, certamente, podem ser explorados pelos pequenos.

Happy kids in the park

É essencial que os pais estimulem e participem do aprendizado a partir da experiência, da vivência, pois isso é o que torna uma criança segura e preparada para enfrentar os desafios do futuro, com confiança.

Não deixe seu filho crescer sem saber o que são brincadeiras como esconde-esconde, pique-bandeira, amarelinha, caça ao tesouro, estátua e queimada. É preciso que você faça a sua parte e garanta uma infância mais saudável e divertida aos pequenos.

E você, incentiva os seus filhos a brincarem ao ar livre?

Ajudar em casa é importante para o desenvolvimento das crianças

O que aprende uma criança cuja refeição é feita, a louça é lavada e a roupa é guardada sem que ela precise ajudar?

Incorporar as crianças no dia a dia da casa solicitando tarefas adequadas à idade, significa reconhecê-las como seres capazes, significa confiar nas suas competências de aprender com tais desafios. À medida que a criança conquista graus de autonomia como conseguir ir ao banheiro, comer e tomar banho sozinha, por exemplo, ela pode assumir responsabilidades proporcionais.

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Crianças protegidas demais podem demorar a descobrir que a noção de liberdade é acompanhada da responsabilidade. O aumento da independência dissociado de novas obrigações tem uma carga “lúdica” usualmente atribuída à infância. A ideia de que a vida da criança é boa porque ela só se diverte, e não precisa fazer nada. Embora o tempo livre seja algo fundamental nessa fase de vida, isso não significa que a infância deva ser blindada de qualquer obrigação de caráter coletivo.

Ajudar na casa é uma exigência diferente de outras atividades da criança, como o cursinho de línguas ou a aula de natação, pois se trata de uma colaboração. O “aprender a fazer a sua parte” deve ser visto como um passo importante do desenvolvimento infantil e pode ser construído, por cada família.

Pra que servem os exames dos recém-nascidos?

O teste do pezinho é um dos exames mais importantes para detectar doenças em recém-nascidos. Assim, o diagnóstico precoce permite o tratamento de diversas doenças e proporciona melhor qualidade de vida aos pequenos e suas famílias.

Além do teste do pezinho, outra série de exames ajudam a detectar doenças e condições que têm tratamentos ou até cura se diagnosticadas cedo. Por isso, é muito importante sabermos para que os exames servem e quando devem ser feitos.

Teste do pezinho – exame simples e gratuito, que deve ser realizado após as 48h do nascimento do bebê na maternidade ou em postos de saúde. Basta um pequeno corte no calcanhar ou na mãozinha para coletar um pouco de sangue.

Teste da orelhinha – é um exame rápido, seguro e indolor que deve ser feito a partir das 48h de vida com o bebê dormindo. Consiste na produção de um estímulo sonoro e na captação do seu retorno por meio de uma delicada sonda introduzida na orelhinha. O teste detecta alguns níveis de perda auditiva. Caso ele detecte alguma anormalidade ou até a suspeita, o bebê é encaminhado para uma avaliação otológica e audiológica completa.

Teste do olhinho – o exame verifica quais reflexos o bebê apresenta quando um feixe de luz ilumina seu olho. Esses reflexos só podem ser vistos caso o eixo óptico esteja livre. Caso eles estejam ausentes, assimétricos ou esbranquiçados, o médico pode detectar problemas oculares. Se tratados cedo, podem ser revertidos ou atenuados. Se não tratados, alguns podem até causar cegueira. É importante que esse teste seja feito pelo pediatra assim que o bebê nasce. Caso contrário, o exame deve ser feito logo na primeira consulta.

Chegou o Dia dos Pais… e agora?

As famílias mudaram, as relações se transformaram e novas dinâmicas de convivência e criação dos filhos entraram em cena. Mas, apesar dos novos olhares para a vida em família, todos têm um pai. Seja presente, ausente, falecido, desconhecido, por vezes, amado ou não. Não há como negar a existência de um genitor, mesmo que ele nunca tenha, de fato, exercido seu papel de pai.
Bom para as crianças que convivem com o pai e têm essa presença em sua educação, em sua vida. Mas, e para aqueles que, por inúmeros motivos, não têm essa referência em sua criação? A proximidade do Dia dos Pais traz esse questionamento e, para muitas crianças, uma inquietação: porque meu pai não vai na festa da escola?
Por mais difícil que pareça esse questionamento, o indicado é lidar com o tema de forma mais natural possível. As crianças são indivíduos, tanto quanto nós, adultos, e devem saber a verdade. Na linguagem que entendam, na medida que não as agrida. Mas, sempre, a verdade.
Não é possível substituir a figura do pai, especialmente de um pai ausente. Seja numa festinha em homenagem aos papais na escola ou no dia a dia da criação das crianças. Mas é possível, sim, que essa criança tenha uma referência masculina, presente e que lhe dê amor, amparo e exemplos necessários para seu desenvolvimento.
Avó, tio, irmão, padrinho, amigo da mãe. Não importa quem seja essa figura masculina, desde que seja presente. Mas, e na festa dos Dia dos Pais na escola, quem vai representar o pai do meu filho? Não dá pra substituir essa presença num evento assim, mas é possível explicar para a criança que o mais importante é contar com a figura masculina em questão, todos os dias da vida da criança, e não apenas na data especial.
Sim, as crianças entendem e superam, desde que haja muito amor no outro lado desta balança. Afinal, é apenas uma data.
De qualquer forma, nesse Dia dos Pais precisamos refletir sobre a importância de seu papel na formação de caráter das crianças. Enquanto a mãe ensina os valores morais, o pai ensina a ética e os valores sociais. E eles são fundamentais, sim, tanto para os meninos, quanto para as meninas.

Uma série feita para as mães – Turma do Peito” (The Letdown)

Recentemente a Netflix lançou uma série australiana que tem feito
sucesso entre as mamães: “Turma do Peito” (The Letdown). Os episódios
trazem uma aventura pelo universo das mamães de primeira viagem e o
desafio de viver um dia de cada vez com um um serzinho que chegou ao
mundo sem manual de instruções. A produção tem sido muito elogiada por
mostrar a maternidade de forma real e bem humorada e por isso muitas
mães têm se identificado.

São muitos os dilemas que surgem durante os capítulos no universo
daquelas que se descobrem mães. Como é se sentir você e ao mesmo
tempo, se sentir uma nova pessoa para uma nova pessoa, com novas
responsabilidades? Como lidar com os desafios de ser mãe e pai ao mesmo
tempo? e com a pressão dos julgamentos disfarçados de conselhos? Como é
encarar o mercado de trabalho depois de se tornar mãe? Onde foi parar
toda aquela autoestima? Todos esses temas e outros aparecem na primeira
temporada com episódios de 30 minutos com a protagonista.

Então aproveita que as crianças estão dormindo e assiste um capítulo.

Sete alimentos que aumentam a imunidade das crianças

Para evitar que as crianças adoeçam, uma alimentação saudável ajuda a fortalecer o sistema imunológico, que atua contra vírus e bactérias. Por isso, a Pecompê trouxe uma lista de sete alimentos ricos em vitaminas e nutrientes que contribuem para aumentar a imunidade dos pequenos.

1. Vegetais verdes escuros

Vegetais verdes escuros (brócolis, couve, espinafre), feijão e cogumelo (shimeji) são alguns dos alimentos que apresentam ácido fólico. O nutriente auxilia na formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo.

2 e 3. Azeite e salmão

O ômega-3 presente, por exemplo, no azeite e no salmão, auxilia as artérias a permanecerem longe de inflamações, ajudando a imunidade do corpo.

4. Alho

Tem função imunoprotetora e uma boa dose de selênio e zinco, nutrientes importantes para evitar gripes, resfriados e outras doenças.

5. Cebola

A cebola possui quercitina que potencializa a função imune prevenindo doenças virais e elergicas.

6. Frutas ricas em vitamina C

Frutas cítricas, como laranja, acerola, kiwi, tomate, além de brócolis, couve e pimentão verde e vermelho são ricos em vitamina C, antioxidante que aumenta a resistência do organismo.

7. Gengibre

Rico em vitaminas C, B6 e com ação bactericida, o gengibre vai além de ajudar a tratar inflamações da garganta e auxilia nas defesas do organismo.

Fora da Caixola é o novo projeto da Faber-Castell dedicado à criatividade infantil.

Pensando no desenvolvimento da criatividade das crianças, a Faber-Castell lançou o
primeiro clube de assinaturas para crianças. Com o nome de “Fora da Caixola”, a
ideia do projeto é promover o estímulo à criatividade de crianças com idade de 7 a
10 anos através de um livro com atividades e desafios.

O kit Fora da Caixola é enviado todos os meses para a casa dos assinantes e é
composto por:

– Livro personalizado com os desafios e atividades
– Materiais Faber-Castell para o desenvolvimento criativo
– Itens para prototipação de soluções
– Manual dos desafios com fatos e curiosidades
– Uma “caixola” para os pequenos brincarem e guardarem depois

A assinatura semestral custa R$ 59,90 por mês, com renovação automática, e tem
também a opção mensal, que sai por R$ 69,90. As duas modalidades tem fretes grátis
para todo o Brasil.

Participe desse clube você também e estimule seu filho a ser criativo!